O recurso consiste na descrição clara e objetiva de todas as
informações que compreendemos visualmente e que não estão contidas nos
diálogos, como, por exemplo, expressões faciais e corporais que comuniquem
algo, informações sobre o ambiente, figurinos, efeitos especiais, mudanças de
tempo e espaço, além da leitura de créditos, títulos e qualquer informação
escrita na tela.
A audiodescrição permite que o usuário receba a informação contida
na imagem ao mesmo tempo em que esta aparece, possibilitando que a pessoa
desfrute integralmente da obra, seguindo a trama e captando a subjetividade da
narrativa, da mesma forma que alguém que enxerga.
As descrições acontecem nos espaços entre os diálogos e nas pausas
entre as informações sonoras do filme ou espetáculo, nunca se sobrepondo ao
conteúdo sonoro relevante, de forma que a informação audiodescrita se harmoniza
com os sons do filme.
Segue exemplo de uma audiodescrição, uma parte do filme Vida Maria.
O
Sudoku pode ser trabalhado com a maioria das crianças, pois tem diversificados
níveis: fácil, médio e difícil, bem como variadas formas de aplicativos, como
com as formas geométricas, numerais, animais, plantas, letras, dentre outros.
OBJETIVO
§ Desenvolver o raciocínio lógico
matemático, trabalhar a concentração, paciência e a competência para a
resolução de problemas.
ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO
1ª fase
Iniciar
com o jogo no tabuleiro feito de material E.V.A 30 x 30 divido em 9 partes
iguais, contendo 9 peças (3 peças de cada forma geométrica) , neste foram utilizados,
circulo, triângulo e quadrado e o objetivo era colocar todas as formas sem
repetir nem na linha, nem na coluna (eu mesma confeccionei, e pode ser feito
pelos próprios alunos).
2ª fase
Aumentar
para 16 partes iguais e 16 peças, acrescentar mais uma forma, neste caso foi o
retângulo (4 peças de cada forma geométrica), mesmo procedimento colocar todas
as peças sem repetir nem na linha, nem na coluna.
3ª fase
As
duas fases anteriores agora passadas para a folha de papel, onde a criança vai
desenhar as formas geométricas (mesma regra).
4ª fase
Em folha de papel utilizando
numerais, completar cada linha e coluna do 1 ao 4 sem repetir.
3
3
1
2
3
3
2
5ª fase: Agora incluir os
quadrantes começar com 4 x 4 para
entender que não pode repetir números na linhas, colunas e também nos quadrantes.
6ª fase: Passar para 6x6.
7ª fase
Jogo completo: completar
cada linha, coluna e quadrado 3x3 com números do 1 ao 9 sem repetir.
Quando conseguirem chegar nesta
fase final é só ir mudando os níveis.
CONCLUSÃO
Apesar
de ser um jogo bem simples principalmente nas primeiras fases, o mesmo é
divertido e o professor pode usar diferentes temas, fazendo apenas as adaptações.
O jogo também melhora a capacidade de argumentação porque
para colocar um número o aluno precisa justificar seu palpite, se ele
simplesmente “chutar” vai perceber mais para frente que não conseguirá
encontrar a solução.
Muito interessante e rico trabalhar esse projeto porque é
possível visualizar os avanços da criança, ou seja, até onde cada uma consegue
chegar, respeitando sempre seus limites. com essa atividades alguns alunos
conseguem chegar até o jogo completo e fazer sozinhos, outros já tem
dificuldade até mesmo para sair do concreto.
HeadMouse é um
programa gratuito que substitui o mouse convencional em um computador,
permitindo controlar o movimento do cursor usando pequenos movimentos da cabeça
e realizar as ações de selecionar e clicar mediante gestos da face do usuário
como abrir e fechar a boca ou piscar. Headmouse foi especialmente projetado para pessoas que não possam usar um mouse convencional, com deficiências motrizes.
Para utilizar esse programa o usuário deve contar
com os seguintes requisitos:
• Webcam que suporte uma resolução de 640x480
pixels
• O programa HeadMouse (gratuito).
• Requisitos mínimos do PC: Pentium IV com
processador 2GHz.
• Sistema Operacional Windows XP ou Windows Vista
Como usar o HeadMouse
Passo 1:
Para começar, o primeiro a ser feito, é conseguir
que o software detecte o rosto do usuário através da Webcam. Para
isto, deve-se evitar a presença de elementos móveis na área de visão da câmara.
Passo 2:
Girar a cabeça horizontalmente de forma leve e
rápida, com pequenos giros até que apareça o desenho de um rosto no centro da
tela. O desenho do rosto indica que já foi detectada a cabeça do usuário.
Passo 3:
A continuação deve piscar os olhos para que o
HeadMouse possa localizar os olhos.
Se a seleção não for correta, o procedimento terá
que ser repetido. Enquanto for utilizado o HeadMouse deve-se manter a cabeça na posição centralizada, ou seja,
na posição original, para evitar problemas no uso.
Passo 4:
Para mover o Mouse: o usuário deve
girar a cabeça no sentido que deseja mover o cursor do mouse.
Passo 5:
Para realizar um click e arrastar, no Headmouse
existem 3 formas que podem estar selecionadas simultaneamente, mas, pelo menos
um método deve ser habilitado.
Método 1 (arrastar): fechar os olhos,
pressionando levemente, de forma tal que seja de maior duração do que um piscar
de olhos involuntário.
Método 2 (click ): Abrir a boca.
Método 3. Manter o mouse parado em uma posição
durante um segundo e meio.
Uma vez que foi realizado o click, o objeto
selecionado pode ser arrastado até a posição desejada. Para soltá-lo, deve-se
realizar um novo click.
No caso de ter problemas com o aplicativo ou
precisar calibrar novamente os parâmetros do software, pode reiniciar o
programa girando a cabeça horizontalmente de forma leve e rápida.
Observem este vídeo.
Para
escolher o recurso para pesquisa dei preferência por aqueles que já temos
instalados no notebook da SRM, e que, nunca havia ao menos tentado utilizar,
escolhi o headmouse por ser simples e prático. Realizei as leituras no computador
e no livro de Atendimento Educacional Especializado (Deficiência Física) também
fiz uma experiência com alguns alunos meus, mesmo sem a dificuldade motriz, pois
não tenho nenhum que precise desta tecnologia, e a maior dificuldade foi a
coordenação para controlar os movimentos, mas com um pouco de treino aprendem
rapidamente, teve comentários como “ Que legal, parece mágica”, “é igual jogar
no Xbox (kinect)”.
Este vídeo sou eu fazendo uma pequena demonstração da utilização do HEADMOUSE.
Referências bibliográficas
BERSCH, R. et al. Atendimento
Educacional Especializado – Deficiência física, SEESP/SEE/MEC, Brasília, 2007.
As
expectativas sobre o trabalho do professor de sala de recurso multifuncional
são grandes, ele é responsável pela articulação entre o AEE e a sala de aula
comum, tarefa esta um pouco difícil. Encontra pelo caminho muitos empecilhos:
falta de material, espaço físico não adequado, falta de compromisso por parte
das famílias, resistência de alguns professores e ainda certos comentários desagradáveis,
mas ele tem que ter apenas uma meta que é a inclusão do seu aluno da melhor
maneira possível, porque é a escola e tudo a sua volta que precisa se adaptar a
ele e não ele ser adaptado, para que este aluno realmente esteja numa escola
feita para todos.
O estudo de caso é essencial para o
professor, assim, ele conhece melhor seu aluno, suas necessidades, um pouco da
sua história, ele servirá como base para o plano de atendimento, um complementa
o outro. O professor consegue ficar mais
próximo do que o aluno precisa para ter um bom desenvolvimento. Seu plano precisa
ser realista, prático que realmente venha para contribuir e facilitar suas aulas
e não somente para ficar guardado na pasta do aluno, sem o plano de AEE o
trabalho fica muito aberto e corre o risco do professor se perder e acabar
confundindo o AEE com reforço escolar.
terça-feira, 30 de julho de 2013
Os caipirinhas
Desenvolvimento das habilidades básicas: esquema corporal/ expressão facial e coordenação motora fina.
Aluna recortou de revista devido a dificuldade motora.
Utilizei este vídeo numa reunião na Escola em que trabalho onde foi realizado a apresentação da Sala de Recurso Multifuncional em 2012, deixo como sugestão.
Vídeos: Rafinha 2.0 e Did you Know 2.0
Assisti a todos os vídeos, porém estes dois realmente mostra bem a realidade tecnológica que estamos vivendo e que não damos conta de acompanhar, principalmente na nossa realidade escolar o que é oferecido ou como é ensinado aos nossos alunos é muito pouco, muitas vezes insistimos em querer que eles voltem ao nosso passado, certa vez estava em uma roda de conversa com colegas lembrando da nossa infância e comentando como esta geração não vai saber o que é subir numa árvore, brincar na rua, e outras brincadeiras do nosso tempo, e nós lastimando esta perda, porém a filha da minha amiga estava escutando ela com 10 anos de idade levantou olhou para nós e falou "tempos modernos", e saiu, nós ficamos uma olhando para outra sem resposta, então quando assisti a estes vídeos lembrei disso e vem bem de encontro, cada vez mais tecnologias e temos que na medida do possível chegar perto senão estaremos como no vídeo da Idade média.
Convido vocês a visitarem este site onde descreve bem resumido as Salas de Recursos Multifuncionais, o trabalho realizado especificando que não é reforço escolar como muitos ainda pensam que seja. Interessante fazer uma apresentação na própria escola para todos os integrantes conhecerem o trabalho desenvolvido e também para valorizarem os profissionais que atuam nelas.
Refletindo após as duas leituras dos textos de Moran onde no primeiro ele enfatiza a qualidade de um bom curso a distância, quem são os construtores, faz pensar que muito depende dos dois lados: De quem está oferecendo este curso se tem uma boa proposta, planejamento e recursos para seus alunos. E do educando se realmente está em busca de uma nova aprendizagem, se utiliza de todos os recursos que estão sendo oferecidos e tem um outro objetivo a não ser somente o certificado. Já no segundo texto ele procurou explicar um pouco mais sobre as contribuições das novas tecnologias e as opções oferecidas e não deixou de comentar sutilmente como ainda uma grande maioria está “enraizado” na pedagogia tradicional, onde tem certa necessidade de estar diante de um professor e de um quadro de giz, modelo este que permanece por tantos anos e que logo terá que ser substituído pelas novas tecnologias, pois com esta nova geração o que para muitos foi provedor de aprendizagem, para eles não faz muito sentido, uma vez que estão cercados com tantos atrativos tecnológicos. E então fica para nós Educadores um questionamento que será cada vez mais difícil ser mestre se não tivermos abertura ao novo. Os cursos a distância são ótimas opções para adaptar seu tempo aos estudos e aprender cada vez mais a ter disciplina, organização, planejamento e abandonar o comodismo.